
Cinco anos depois do arranque da iniciativa “Tratar o cancro por tu“, o Ipatimup regressa «à estrada» para voltar a falar, alertar e partilhar conhecimento sobre cancro com a população.

O cancro não terá uma vacina única, mas está a tornar-se cada vez mais uma doença crónica controlável, sendo a aposta o rastreio, a prevenção e a informação.

Cinco anos depois do arranque da iniciativa “Tratar o cancro por tu“, o Ipatimup regressa «à estrada» para voltar a falar, alertar e partilhar conhecimento sobre cancro com a população.

Dois terços das pessoas que têm cancro já não morrem de cancro, mas não vai haver uma vacina, pelo que rastreio, prevenção, controlo e informação devem ser a aposta.

Dois terços das pessoas com cancro sobrevivem, o que significa que apenas uma em cada três morre da doença.

A iniciativa “Tratar o Cancro por Tu” regressa para uma quinta edição em 2026, com seis sessões em várias cidades do país.

O patologista que foi Prémio Pessoa em 2002 falava a propósito da quinta edição do ciclo “Tratar o Cancro por Tu”.

Dois terços das pessoas que têm cancro já não morrem da doença. Rastreio, prevenção, controlo e informação devem ser a aposta.

Manuel Sobrinho Simões explica ainda que não se perspetiva a criação de uma vacina, pelo que o rastreio e a prevenção continuam a ser importantes.

Dois terços das pessoas que têm cancro já não morrem de cancro, mas não vai haver uma vacina, pelo que rastreio, prevenção, controlo e informação devem ser a aposta.