
Dois terços das pessoas com cancro sobrevivem, o que significa que apenas uma em cada três morre da doença.

A iniciativa “Tratar o Cancro por Tu” regressa para uma quinta edição em 2026, com seis sessões em várias cidades do país.

O patologista que foi Prémio Pessoa em 2002 falava a propósito da quinta edição do ciclo “Tratar o Cancro por Tu”.

Dois terços das pessoas que têm cancro já não morrem da doença. Rastreio, prevenção, controlo e informação devem ser a aposta.

Manuel Sobrinho Simões explica ainda que não se perspetiva a criação de uma vacina, pelo que o rastreio e a prevenção continuam a ser importantes.

Dois terços das pessoas que têm cancro já não morrem de cancro, mas não vai haver uma vacina, pelo que rastreio, prevenção, controlo e informação devem ser a aposta.

Manuel Sobrinho Simões, o patologista que foi Prémio Pessoa em 2002, diz que “não podemos falar em cura, mas falamos em controlo”.

Sobrinho Simões defende que rastreio, prevenção, controlo e informação são essenciais no combate ao cancro.

Dois terços das pessoas que têm cancro já não morrem de cancro, mas não vai haver uma vacina, pelo que rastreio, prevenção, controlo e informação devem ser a aposta.

“Todos os anos aumenta muito o número de cancros, mas as pessoas que morrem por cancro não têm aumentado. Isto significa que melhoramos, todos os anos, a taxa de controlo”, explicou o patologista Sobrinho Simões.